Exposição pública sentimentalista, extremista ou nem tanto, a ponto de causar curiosidade alheia.
Efêmero.
Porque tentar ser natural? A efemeridade ataca tão fortemente, que meu coração não consegue acompanhar essa onda de pressão, onde eu começo a me sentir mal pelas outras pessoas que estão ao meu redor. Às vezes é possível perceber outras pessoas no mesmo estado que o meu, mas o que será que elas estão pensando? Será que pensam o que eu estou pensando?
E a noite agradável em cima de uma montanha, onde é possível ver todo o horizonte "e mais um pouco", no qual se ouve um som retumbante do vento batendo contra o seu rosto, lhe forçando a manter os olhos cerrados. E nem pensar em tentar fumar um cigarro que seja.
Mas essa efemeridade me transtorna de tal modo que quero novamente. Muitas idéias circundam meus pensamentos caóticos a respeito das pessoas que estão me olhando. E novamente pensando naquela montanha maravilhosa com um vento estupendo, acho que seria uma boa ideia ter uma montanha. Uma montanha com uma casinha no topo, e uma árvore bem frondosa. Tão frondosa que faria sombra em mais da metade da montanha. Um lado escuro e um claro.
Chamaria de minha montanha, pois teria uma plaquinha dizendo "Montanha do Montanhês" em letras garrafais talhadas na madeira bruta. E então, segue uma trilha a pé no meio do mato, passando por pequenos rios gorgolejantes, que matariam a sede de quem querer conhecer meu PICO! E enfim, minha casa teria apenas quatro cômodos, um em cada posição (importante) da rosa dos ventos. E no centro de tudo, seria aberto com um jardim aberto e uma mesa de centro para sentar e escrever e ler meus textos e livros preferidos.
Porém, contudo, todavia é um pensamento efêmero, iníciomeioefim de um ideal ou sonho que posso ou não realizar. E tudo depende de escolhas que eu to fazendo agora, como acender ou não um cigarro dentro de casa e se troco a música ou não. Pode sim, influenciar em alguma coisa, como também não. E a naturalidade é deixar acontecer, porque tudo tem fim. Até esse texto.
Assinar:
Comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostou? Comente. Não gostou? Sinta-se a vontade para criticar.